Monday, December 27, 2010

A sangue frio

O provérbio:
Depois da tempestade vem a bonança,
não se aplica necessáriamente por esta ordem.
Como em tudo o coração tem uma vontade própria,
tem o seu tempo.
Não escolhe estação, hora, nem tão pouco
decide se é tempo de paz de espirito.
Quando achamos que tudo está tranquilo.
Quando acreditamos que o coração traçou já um caminho,
que o amor está para ficar,
ou que o tempo já não nos desgasta ou atinje,
é aqui que entra a tempestade.
È nesta calmia.
É quando baixamos braços para gozar a brisa
que vem o balde água fria.
È quando a ferida está quase sarada que vem a ultima dor aguda.
É quando estancamos a hemorrogia que vem o golpe da misericordia.
Tinha o coração sarado.
Tinha o meu amor ao colo.
Tinha esperança num Natal melhor,
num mundo melhor,
num tempo melhor.
Porque acredito que o amor
pode mudar o mundo.
Acreditei que o meu mundo estava melhor,
mais tranquilo, mais amável.
E foi nesta bonança que veio a tempestade.
Foi nesta bonança que tu partiste.
Foi nesta bonança que baixaste os braços
e me deixas-te sozinho a chuva.
Nunca é bom estar à chuva.
Não é bom estar  imóvel no temporal
enquanto as gotas geladas que nos cortam a cara.
Enquanto um rio de lágrimas amarga na pele.
Enquanto tu partes de costas voltadas.
Estar à chuva enquanto traças um novo destino
onde eu já não estou incluido è perder tudo que acredito.
Esta tempestade mata-me.
A tempestade de ver-te seguir viajem sem mim
depois de tantos quilómetros juntos
deixa-me angustiado.
Será que a esperança acabou para mim?
Será que fechas-te as ultimas janelas
que estavam abertas?
Terás trancado todas as portas da minha felicidade?
Terás levado contigo a chave de uma esperança
que alimentámos juntos?
Queria recuperar o meu investimento,
o meu amor, o meu carinho, a minha chama acesa em ti.
Queria recuperar o tempo.
Recuperar o quanto de mim se fundiu a construir-te.
Queria-me de volta a mim, mas levaste-me contigo.
Vejo-te partir como um cofre que afunda
com todos os meus tesouros lá dentro.
Será que alguma vez vou recuperar-me de te perder?
Ou será que tu perdeste o melhor tesouro que a vida te deu?
Posted by Jota in 16:36:59 | Permalink | Comments Off

Tuesday, December 7, 2010

Os ET’s existem que eu sei!

Os Aliens existem que eu sei!
Não são verdes. Não são maus. Não são bons.

Não querem tomar o planeta, roubar-nos a água,
as colheitas ou alimentarem-se das criancinhas.

Os Aliens existem que eu sei!
Não viajaram anos de luz para aqui chegar mas existem que eu sei!
Sempre existiram. Sempre cá estiveram.
Sempre olharam, sentiram e viveram o mundo.

Existem em modo: low profile.
Discretos, subtis, com medo de serem tomados por loucos
mas existem….que eu sei!

Eu sou um deles.
Não tenho um exoesqueleto, pele verde.
Não sou muito esperto, muito atento, muito lógico,
mas uma coisa eu sei, os aliens existem e eu sou um deles.

Um ET e “I can’t go home” because i am home!
Não percebo os homens, nem as mulheres, nem as crianças.
Não percebo a humanidade, o mundo, os humanos.
Não percebo um sistema (que também não desafio) mas uma coisa eu sei, eu existo!

Sou um ET. Um outsider.
Uma unidade e logo eu que não gosto de unidades,
gosto de duplas de parcerias. Adoro duplas mas sou um ET!

E por uma questão modo: low profile sou uma unidade!
Gostava tanto de perceber o mundo.
De saber porquê? Porque não?
De saber quando tudo começou ou simplesmente o porquê de “agora”?

Como pode ver não sei muita coisa, não sei quase nada aliás,
mas uma coisa é certa os ET’s existem que eu sei.

Eu sou um and i can not go home
because i am already there,
it just doesn’t feel like it!

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O amor não se fez em 7 dias!

Tenho saudades do amor com cerimónia.
Do amor de pacto. Do amor de jura.
O amor dos nossos avós.
Para sempre. Forever and ever.
Saudades de amor, que como um Lego,
se construía todos os dias, mas durava uma vida.
Alías tudo durava uma vida antigamente,
a casa de família, o carro do avô que corria todos os filhos e netos.
Duravam as mantas, durava o colo,
mas sobretudo durava-se amado de pedra e cal para o bem e para o mal.
Este amor antigo jurava-se para sempre.
Era mesmo a sério. Era obrigatório. Era como pagar impostos.
Era um amor que tinha de ser. Tinha de se ficar. Prometi!
Passava-se bem, passava-se mal e depois passava-se bem outra vez.
Ninguem desistia. Ninguem virava costas.
Era até ao fim, até à recta final, até ao sol de fim de tarde de mãos dadas.
Era até à velhice.
Até as mãos enrugarem dadas, juntas,
unidas como se prometera há mais de 50 anos. Mãos enrugadas de amor.
Veio o flower power e liberou-se o amor.
Matou-se o esforço.
Assassinou-se o compromisso.
Passou-se de até que a morte nos separe
para um confortável até que um advogado nos separe.
Perdeu-se a magia de ficar junto.
A magia de perder umas batalhas para ganhar a grande guerra.
Facilitou-se tudo para se desistir.
“Está muito difícil.” “Não está a dar.” “Não quero perder oportunidades.” “Perder pessoas, vida.”
Era tanta a sede de parceiros, de vida, de histórias
que a verdadeira história se perdeu.
Foi-se quem ficava ao nosso lado até ao fim.
As duplas deixam de ser fixas. O mundo é aleatório,
a vida é aleatória e é nisto que se transformou o amor.
Experimento o sapatinho que me aparecer e pode ser que sirva.
Senão? Senão compro outros.
Não contentes ainda,
deixámos este amor experimental morrer também.
E inventámos mais uma subversão daquilo que era amar, ficar, permanecer, lutar.
Inventámos o amor descartável.
Coisas como one night-stand,
fuckbuddy, dar umas voltas ou estou bem sozinho,
começam a ganhar uma nova dimensão social.
Na verdade hoje o amor é só mais uma coisa na nossa vida.
É como pagar água ou por o carro na revisão. è mais uma coisa que temos de fazer.
Não a razão porque fazemos, por quem fazemos.
Não é uma missão. Não é um meio, uma estrada,
um longo e nem sempre fácil mas compensador caminho para o companheirismo,
para cumplicidade, para a paz.
Fizemos tanto mal ao amor
que deixamos de merecer as mãos dádas e enrugadas de anos de vida comum.
Perdemos a força da vida comum e agora
em vez de envelhecermos juntos, unidos e cheios de histórias.
Enrugamos ainda jovens, sós, vazios de amor
mas cheios de amizade que é “the new best thing!”
Tenho saudades do amor antiga. Do que dura.
Do que dramáticamente morre connosco.
Daquele que tinha de se prometer e lutar para manter.
Eu acredito nesse amor, afinal ao contrário do mundo
o amor não se fez em 7 dias!
Posted by Jota in 01:50:25 | Permalink | Comments Off

Wednesday, November 17, 2010

Será que por ventura alguma vez? Será?

Será que se pode chorar até à aridez total?

Será que um coração consegue ficar inóspito?

Será que conseguimos atingir o silêncio interior absoluto? Aquele silêncio ensurdecedor?

Será que conseguimos que ninguém nos perceba?

Será que chegaremos ao ponto que não nos percebemos?

Será que amaremos até estarmos esvaziados? Sem ar?

Será que se pode dizer amor até ele se materializar?

Será que se pode dizer amo-te até isso se tornar palpável?

Será que se pode querer tanto por 2 que acontece aos 2?

Será que o cansaço leva sempre a melhor?

Será que o vazio enche um espaço tão grande como o nosso coração?

Será que o amor nos mata de saudade? Será que a saudade nos mata de amor?

Será que só se ama uma vez? Será que se ama de vez?

Será que vivemos divididos ou nos dividimos para sobreviver?

Será que sabemos perder? Será que aceitamos ser perdidos?

Será que sabemos ser felizes um pouco todos os dias?

Será que perseguimos a felicidade full-time, cheia de descontos e IVAs?

Será que tudo importa ou não importa nada quando se tem tudo?

Será que alguma vez teremos respostas? Será que o amor é a resposta?

Será que como os puzzles vamos apenas enchendo os espaços vazios com peças furtivas

que nos vão dando força para continuar?

Eu só queria que falassem a minha língua. Não sentir-me louco. Não sentir-me pouco.

Não sentir-me só, desmembrado.

Será que algum dia alguém vai receber esta mensagem numa garrafa e perguntar também tu?

Onde será que estás?

Posted by Jota in 11:45:16 | Permalink | Comments Off

Monday, August 23, 2010

Obrigado!

Não te digo vezes suficientes obrigado. Obrigado por seres tu. Obrigado por seres assim. Obrigado por gostares de mim.

Não te digo vezes suficientes obrigado. Obrigado pela companhia, pelo dia, pelo noite, pela imensa energia que tens sempre para mim.

Não te digo vezes suficientes obrigado. Por me deixares ser ar, por fazeres voar, por te deixares amar.

Não te digo vezes suficientes obrigado. Obrigado pelos teus sorrisos. Obrigado pelos teus avisos, pela preocupação, pela constante contemplação.

Não te digo o mínimo de vezes aceitável obrigado. Obrigado pela tua natureza, pela tua beleza. Obrigado por estares aí, aqui, ali. Obrigado por seres a minha casa onde quer estejas tu.

Na verdade não te disse vez nenhuma obrigado por todos os grandes gestos quando nunca me esqueço de agradecer os pequenos.

E por todos os obrigados que te devo, obrigado por me amares, por gostares, por estares, por seres, por existires, por te preocupares, por me inspirares mas sobretudo por me fazeres feliz!

Posted by Jota in 22:50:16 | Permalink | Comments Off

Tuesday, May 18, 2010

Bruna Real! Boa professora ou professora boa?

Portugal é um país democrata, mas tão democrata que uma Presidente da Câmara de sua graça: Sra Dona Fátima Felgueiras pode roubar os contribuintes, fugir com o “guito” para o Brasil e voltar na maior cara de pau. Ainda assim consegue a proeza de ser reeleita para um cargo público onde já provou não conseguir manter as mãozinhas fora do saco…azul, no caso.

Já uma pobre professora de sua graça: Bruna Real não pode mostrar as maminhas e contribuir para o PIB do seu lar à legitima custa do seu corpo, porque a luxúria dos paizinhos dos alunos incomoda as inseguras mãezinhas dos mesmos alunos. Sendo que o salário da sra professora é seguramente mais infimo do que o da Sra presidente. Coisas de contas públicas!

Pode assim depreender-se que na função pública portuguesa pode roubar-se, mas em momento algum fazer topless? Não percebo! Por isso continuemos analisar!

A Fatinha tem duas profissões. Tipo Barbie dia e noite. De dia Fátima Felgueiras é Sra Presidente da câmara. À noite é Fatita ladra da função pública. Uma mulher levada pela escassez financeira do salário da função pública a recorrer ao seu segundo talento: Roubar! Sim porque roubar hoje em dia dá trabalho e é preciso talento e mestria.

Como Fatita, a Bruninha tem também duas profissões. De dia Bruna é Bruna Real Sra professora que combate o analfabetismo em Portugal. À noite Bruna é “The naughty teatcher” modelo fotográfico para a Playboy, ao que parece uma revista prestigiante para uma empresária como Claudia Jacques, mas um pecado imoral e devastador para a carreira de uma professora como Bruna Real.

Depreendemos assim que os pais e contribuintes portugueses querem funcionários públicos que roubem à tripa forra mas que nunca e em momento algum se deixem fotografar em posições sensuais para uma revista de grande tiragem mundial.

Podemos ainda concluir que as mãezinhas dos alunos preferem uma funcionária pública que as rouba nos tempos livres mas é tranquilamente velha (ou gasta, como queiram) decadente e desonesta.

Por oposiçação a funcionaria pública que prepara os seus filhos para um futuro alfabetizado mas que em contrapartida é “desonestamente boa” afrontando as ditas mamãs portuguesas por fazer salivar os maridos das mesmas!

Assume-se então num silêncio confortável e hipócrita: -A minha Presidente da câmara rouba-me! Mas tirando isso é óptima pessoa. Já a professora do meu filho é muito atenciosa, mas é boa de ser capa da Playboy tem de ser suspensa. Tem de sair já!

A ver se entendo,  roubar é um defeito moral que merece incentivo, já a falta de defeitos fisícos da jovem professora é púnivel de suspensão por falta de moral alheia (as fantasias dos paizinhos das crianças).

Cínico? Hipócrita? Não é nosso provinciano Portugal! É um país á beira mar plantado onde se pode roubar mas nunca a ser “apanhado” com as calças na mão!

Posted by Jota in 10:42:11 | Permalink | Comments Off

Wednesday, May 12, 2010

Sua Santidade passou e nada mudou!

Portugal ficou na mesma! Lisboa ficou igual. As ruas cheias ficaram desertas. Nenhum sorriso ficou mais largo, mais rasgado, mais autentico.

Os doentes não ficaram mais saudáveis. os desesperados não ficaram mais esperançosos. os pobres não mataram a fome, nem as preocupações e os ricos não ficaram mais gratos.

O mundo não andou mais depressa. O sol não estava mais brilhante. Os corações não explodiram de alegria e também não aumentaram a tristeza.

O Pápa passou e tudo ficou igual. Tudo ficou como estava. Tudo ficou no sitio. Tudo ficou com a mesma fé que tinha antes. Muita fé, pouca ou nenhuma, mas ficou igual.

Igual ficou a Lua que a hora do costume brilhou sobre Lisboa. não houve eclipses. Não houve tremores. Não houve um onde de esperança, daquela verde, vibrante que muda o mundo, que muda as pessoas.

O Pápa passou numa Lisboa linda que está mais difícil do que nunca e nem isso mudou. Apenas mudou uma coisa, o que não devia ter mudado. mudaram detalhes. Mudaram hipocrisias.

Mudaram as cabeceiras dos bancos da TAP que tiveram de ser bordadas a dourado com os nomes da comitiva. Mudou a praça do comercio que teve de ser reparada com tanta prioridade neste país ali se gastou dinheiro dos contribuintes que perdem a fé. Mudou o tempo de quem perdeu tempo á espera de mudança. Mudou tudo menos o que precisava realmente de mudar.

Não mudou a hipocrisia de uma igreja que prega a comunhão e não abre mão do luxo. Uma igreja que prega a Paz e o amor e a família e quer condicionar a forma da sua existência. Mudou um país que percebe que mesmo que não seja católico o seu dinheiro é disponibilizado para honras de estado num homem e numa fé que não é a sua.

Mudou a democracia. Porque um governo que não aperta a mão ao Dalai Lama mas gasta o meu dinheiro em luxos de uma fé que pode não ser a minha é mais hipócrita que democrático.

Era bom que as minorias fossem importantes para votos. o mundo era melhor. Mais coeso? Não sei. Mais justo? Seguramente. Seja católico ou não (ainda não percebi se já fiz as pazes com Deus) sei que o Pápa passou e nada mudou!

Posted by Jota in 10:50:40 | Permalink | Comments Off

Sunday, April 4, 2010

A felicidade não é instantanea. Não vem em pó onde basta juntar água. Não se fabrica. A felicidade não se compra. Não se vende. Não se empresta. Por mais que algumas pessoas tentem roubar a nossa, não se rouba de ninguém.

A felicidade não nasce. Não se herda. Não é um dote. Não é um dom. Não é um disciplina da escola tão pouco uma especialização. Não há um mestrado ou doutoramento em ser feliz. Não vem com alegria, não vai com a tristeza.

A felicidade não vem com ninguém e não nos abandona como alguém. A felicidade não tem hora. Não tem programa.

A felicidade é caótica. É surpreendente. É inesperada. Começa e termina em nós. A felicidade depende de como encaramos a nossa vida. A felicidade planta-se com a nossa alma quando nascemos. A felicidade é uma escolha, ou vemos e agradecemos ou não. Senão vemos espera-nos um lamento constante.

A felicidade está nas pequenas coisas…até nas menos boas! A felicidade está em nós e só desaparece connosco.

Olhem para dentro e descubram que o mapa para felicidade, como um impressão digital é nossa e apenas podemos partilhar os sorrisos que ela nos proporciona.

Posted by Jota in 19:08:01 | Permalink | Comments Off

Monday, December 21, 2009

Barbie, I hate your gutz!

Quero prestar aqui uma doentia homenagem á Barbie. È extraordinária! Afinal esta boneca sobrevive à Playstation e ao Cócólin (o boneco que faz cócó como um menino de verdade) merece uma homenagem.

Vamos então a isso: Esta vaca tem qualquer coisa como 50 e picos anos. O que implica que pelo menos 5 gerações de meninas cresceram pirosas aspirantes a pêgas pelo mundo inteiro tudo graças a esta praga loura.

A Barbie é uma especie de Cinha Jardim mas em bom. Está retocada. Vai a festas. Não gasta dinheiro num único vestido é tudo oferecido (e no caso da Cinha acreditem que alguns são Matel). Casa com o Ken mas fecunda com o Action-man. É uma mulher e pêras!
No entanto, eu não a queria perto da minha rica filha (se tivesse uma filha claro!). A Barbie é uma má influência no desenvolvimento saudável das meninas.
Vejamos porquê:
Porque è pirosa. Gosta e usa cor rosa em tudo desde roupa ao próprio roupeiro. É mãe solteira (da também loira e sebenta Skipper). E como senão bastasse, namora e explora financeiramente o ken . Com quem mantém uma relação baseada na extorsão de bens de luxo, pagos pelo mesmo e concebidos pela Matel.
A Barbie se fosse uma mulher: era uma cabeleireira do Feijó, de 52 anos, daquelas que a noite vai “cas migas p’ó ladies nite no blues” e engatam pedreiros da amadora de camisola de malha branca com largos logotipos “Armandi” ou “Versaxe”.
A Barbie se fosse de verdade, já tinha feito para mais de 5 “desmanchos” e tinha umas madeixas ruivas no meio das louras só pa dar classe.
A barbie se fosse verdadeira tinha daquelas unhas azuis e brancas a imitar ganga.
Coisa fina de bom gosto feita na não menos fina Nails’re Us.
A Barbie se fosse de verdade era da CGTP. Protestava contra ela própria enquanto patroa de si mesma no salão: “Coiffere Babita Hair and Nails da Junqueira!”.
Barbie! Isto é um apelo! Larga as meninas da mão. Queremos que as nossas filhas cresçam com bom gosto, charme e descernimento do que é um bom guarda roupa. Vá que uma ou outra peça em tecidos muito bons pode ser rosa pálido, mas ficamos por aí.
Deixa as meninas da mão! Deixa-as ser morenas. Estudar. Preocuparem-se com o mundo onde vivem.
Olha a merda que em 52 anos já que fizeste com tantas loiras da nossa sociedade.
Queremos que as nossas garotas crescam morenas, sábias e bem vestidas.  Não pêgas de beira de estrada que era onde as tuas caixas deviam ser vendidas.
Posted by Jota in 21:27:06 | Permalink | Comments Off

Life goes on!

Como um relógio suíço. Como a òrbita da Lua. Como o ciclo da água. Como a amizade. Como o amor. Como um piscar de olhos. Como o inconfundível aroma do pão fresco. A Vida contínua.

Aconteça o que acontecer. Doa a quem doer. Chore quem chorar. Com birras. Com fitas. Entre sorrisos ou lágrimas, a Vida continua.

Segue o seu curso, certeira, sábia, professora, companheira, aliás, a nossa eterna companheira.

Como uma grande peça. De um grande autor. Numa grande estreia. Num grande palco. De um grande teatro. Numa grande capital do mundo: a nossa Vida contínua. É uma especie de sequal bom de um filme de arromba!

Quando achamos que o mundo acabou. Que a Terra parou. Que morremos de amor! De tristeza. De dor ou de abandono. Vem a puta da Vida e surpreende-nos. Sempre fresca. Inovadora. Rejuvesnescida. Vem com mais um livro. Com mais um contrato para mais uma temporada.

Como num grande Épico cruzamos o deserto da solidão ou o mar do amor e da amizade. Como num romance somos deixados por quem amamos e não amamos quem nos quer bem. Sorrimos. Choramos. Ganhamos guerras! Perdemos batalhas mas no fim acabamos sempre de pé. No fim levamos para casa o Oscar! O Grande prémio. A loteria!

E as grandes estrelas. As vedetas. Os protagonistas deste best seller somos nós. Não importa quem fica pelo caminho. Quem nos abandona e quem abandonamos: isso é história!

Importa quem nos acompanha. Quem está ali, presente no Presente! Porque a Vida, como num filme, não tem passado e o futuro é incerto. Por isso a Vida é HOJE! Vivam-na de braços abertos. Sem relógio! Sem tempo. Sem calendário! Sem pressas! Olhem-na de frente e com um sorriso! Hoje é agora!

Estar vivos é a nossa obrigação. Erguer a cabeça ir a luta. Estar de pé. Fortes, seguros e tranquilos! Ser gratos, sobretudo ser gratos. A Vida só acaba quando ela quer…até lá contínua e nós contínuamos com ela. E viver em pleno é uma oportunidade diária  de  superar a sorte, o destino.

Já pensei que morria de dor. Já pensei que morria de solidão. Já pensei que morria de amor. Já pensei ser incapaz de sobreviver a coisas novelescas. Pensei que sem ti, era impossivel. Pensei mal! E estou tão feliz de estar enganado. A minha Vida continua como uma longa história.

Na nossa Vida não somos secundários. Somos os leading actors! As Estrelas. As Lendas! A luz! A esperança! E como, enquanto á Vida á esperança, ninguem nos pára porque a Vida segue ligeira! E a bem ou a mal, nós seguimos com ela!

Posted by Jota in 21:16:08 | Permalink | Comments (3)